Posts com a Tag: #padrão distorcido

Como Acolher O Corpo do Pós Parto?

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Como assumir o corpo do pós gravidez? Nunca vou esquecer a primeira vez que vi minhas estrias sem o barrirão da primeira gravidez. Como engordei 30 kilos, eu não conseguia ver a parte de baixo da barriga então só pude ver as estrias quando o bebe saiu… Meu Deus!!!!! Que sensação mais louca!!!!!!!! Um misto de culpa, arrependimento, fracasso pessoal!!! No segundo filho engordei menos e eu já sabia o que viria por ali… Mas a diferença do metabolismo e da elasticidade da pele ainda me chocaram. Ok… Não vou jogar tudo na conta do metabolismo. Ainda não senti a menor vontade de emagrecer ou fazer por onde i [...]

Aquilo que um homem procura em uma mulher

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Minha primeira fossa de amor, antes dos 8, curti ao som de Leandro e Leonardo naquele famoso CD da década de 90. Aquele da montagem (hoje tosca) de cada um olhando pro lado…           Esse texto passa longe de criticar ou julgar o sertanejo, porque hoje sei da importância de acolher / fazer as pazes com minhas raízes. Até mesmo pra quebrar com elas com mais sabedoria, menos rancor. Acontece que minha mãe passava os dias ouvindo esse tipo de música e eu acabava ouvindo também. Durante toda infância / adolescência. Tão década de noventa!!!! Retomando, Minha primeira fossa de amor curti ao som de: &ldq [...]

Mulheres Famintas

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Vou compartilhar aqui trechos de uma entrevista maravilhosa que acabei de ler via Renata Côrrea por Léia Almeida. Bogi Fabian, La malattia dell’anima, 2010, óleo sobre tela, 50 cm x 50 cm x 2 cm Mulheres Famintas. “Uma cultura focada na magreza feminina não revela uma obsessão com a beleza feminina. É uma obsessão sobre a obediência feminina. Fazer dietas é o sedativo político mais potente na história das mulheres; uma população passivamente insana pode ser controlada”. ‒ Naomi Wolf … Muitas mulheres que conheço se queixam de que os homens não as olham e que elas estão i [...]

Descobri que amo as mulheres (que escrevem).

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  Descobri que sou apaixonada pelas mulheres! As que escrevem são minhas favoritas. Pra si mesmas, além de tudo. Se outra pessoa ler, é lucro. Se outra se identificar, é gozo. Mulheres vivas e mortas. Mulheres que escrevem porque não conseguem carregar tantas palavras no coração. Porque a poesia jorra do cotidiano. Só a poesia me salvará do tédio do cotidiano. A poesia ou as drogas. Todas elas… as proibidas e as permitidas. A coca cola, o brigadeiro e o comprimido. Toda forma de recompensa que acalme meu ego inflamado, quase mimado. Meu ego insatisfeito. Meu ego é uma criancinha implorando atenção. Aos dez [...]

Meus 25 anos

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Sempre tive a intuição que minha vida mudaria aos 25. Sempre me imaginei MAGRA aos 25… mas parece que agora estou bem distante disso (ainda faltam 11 meses e 30 dias rs). Há dois anos e meio a permissão de me tornar mãe, assim tão de surpresa, me tirou de um lugar comum, de risadas histéricas e estéreis. Da superficialidade do meu ser. Com a primeira gravidez e amamentando Bruna Luz até um ano, achei que já tinha aprendido tudo, que tinha sido a mãe mais completa e poderosa! Os desafios com ela estavam só começando. Hoje, aos 25, posso dizer que a vida se comunica a cada instante comigo, na verdade ela sempre fa [...]

A primeira calça de Montaria.

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foto @dejavudeumpoeta Resolvi experimentar uma calça de montaria. Aquela que marca o corpo? Sim! Essa calça é pra gente magra. Sempre a vejo em corpos magros ( e lindos ). Mas sempre quis ter uma pra usar com botas! Calça colada com bota? Encurta a perna, aumenta quadril… Mas resolvi experimentar mesmo assim. Qual número? O maior. 42. O maior da loja? 42. Nunca entendi porque algumas lojas só tem até 42. E as outras pessoas não tem direito de usar a calça também? Uma vez li que algumas marcas restringem seus números ao 38, 40 no máximo, pra ser associada com pessoas magras, bonitas e felizes. Como s [...]

Lembrar de não me grudar ao meu corpo

Texto de 2010… mas os questionamentos ainda passam por aí… Lembrar de não me grudar ao meu corpo! Não esquecer que essa casca que envolve meu espírito, minha parte divina, é finita. É cíclica e não eterna. Esse meu corpo eu devolvo pra terra. Essa energia material eu reciclo. E retorno, e retorno. Não sou esse corpo. Sou o além desse corpo. Sou sua parte imaterial, sou sua parte abstrata e inatingível. Sou para o infinito de suas subjetividades. Não sou o cheiro desse corpo. O cheiro como produto do meu ser é um estado vulnerável de mim. Meu corpo é onda. É ciclo. É terra, fogo [...]